quarta-feira, 23 de julho de 2014

Equipe Econômica continua fazendo de tudo para piorar o país: o caso dos US$ 300!!!

Diz o antigo provérbio de que "Não há bons ventos para quem não sabe para onde quer ir". Esse é o retrato da atual equipe econômica do governo Dilma.

"Foi publicado na segunda-feira (21), no Diário Oficial da União, seção 1, página 25, Portaria do Ministro da Fazenda nº 307, de 17 de julho de 2014, a redução da cota de isenção para viajantes que ingressam no país via terrestre, fluvial ou lacustre de US$ 300 para US$ 150".

Adivinhem o que aconteceu no dia seguinte? Acertou quem respondeu: "O governo suspendeu a redução da cota de importação por terra. Por mais um ano, será possível voltar para o país por estradas, rios e lagos com compras de até US$ 300 sem ter de pagar imposto de importação, informou o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, nesta terça-feira (22). A decisão foi confirmada também pela Casa Civil da Presidência da República".

Sim meus jovens, vocês leram certo... 1 dia!!!! A medida durou 1 dia!!! Confusão, insegurança, e prejuízos foram gerados, pergunto: 1) quem no governo será demitido por isso?; 2) e os prejuízos das pessoas que, justamente no único dia de operação da portaria, estavam em trânsito na fronteira? Como vai ser o ressarcimento? Mas o melhor de tudo é a explicação do governo: "Após as declarações do secretário da Receita Federal, o Ministério da Fazenda divulgou nota à imprensa na qual confirmou que a redução da cota terrestre para US$ 150 irá vigorar somente a partir de julho de 2015 - quando deverão estar instaladas as Lojas Francas. "Como as Lojas Francas ainda não estão instaladas e demandarão um prazo para investimento e abertura, a redução da cota para compras no exterior se dará após 30 de junho de 2015", informou o governo."

Resumindo, dane-se o país. Adota-se uma medida equivocada, causa-se um mal estar enorme, e basicamente NINGUÉM É PUNIDO!!! Agora me digam: se você tem U$1 bilhão de dólares para investir, dá para confiar nesse governo? Um governo onde regras são feitas e duram 1 dia!!!! O problema da falta de investimento no Brasil é um problema de falta de regras claras, precisamos de estabilidade, de confiança de que regras permanecerão estáveis.

O exemplo acima é apenas o mais recente, mas não o único. O setor elétrico, o caso da Petrobras (onde o governo hora anuncia que haverá regra de reajuste ora volta atrás), a questão do IOF sobre compras no exterior ou sobre recursos externos, entre outros, são exemplos ilustrativos de um governo que não sabe para onde ir.

domingo, 20 de julho de 2014

A Primeira Guerra Mundial

Conversava ontem com minha filha mais velha e escutava sua frase "Papai, não tem como haver guerra mundial mais, pois as armas atuais destruiriam o mundo". Não pude deixar de sorrir. Comentei apenas que outro pensador já havia dito isso, a diferença é que havia dito isso em 1913. Um ano após sua frase eclodiu a Primeira Guerra Mundial. Aquela que seria a guerra das guerras. Afinal, diziam alguns, depois tal morticínio e sofrimento nunca haverá outra grande guerra. Trinta anos depois explodia a segunda guerra mundial.

As razões para a primeira guerra mundial são difíceis de explicar. Tratatos internacionais, ameaças mútuas, revanchismo entre países, estímulo deliberado a soberania do Império Austro-Húngaro, e outros motivos são comumente elencados. De certeza apenas uma: foi a guerra mais assustadora da história humana. Sim, a segunda guerra mundial matou mais pessoas. Contudo, a guerra de trincheiras, o uso do gás, combates de baionetas, soldados correndo, lutando e morrendo ininterruptamente, por um espaço grande de tempo, num espaço mínimo, foram coisas que nunca haviam acontecido antes, e nem voltariam a ocorrer depois. Foram 10 milhões de mortos. Uma tragédia.

As novas tecnologias militares se depararam com métodos arcaicos de ataque, o que resultou em baixas catastróficas no campo de batalha. No final, a primeira guerra mundial foi uma guerra de atrito. Convencidos de que era impossível vencer com um ataque, ambos os lados partiram para a ideia simples: vencerá quem tiver mais soldados no final. Essa conta implicava em sacrificar soldados com o único intuito de obrigar que o outro lado sacrificasse mais vidas. As estatísticas da Primeira Guerra mundial são assustadoras: o tempo médio de vida de um piloto de avião era de três meses. Sim, você leu direito. Depois de começar a voar em combate, a expectativa de vida de um piloto na primeira guerra mundial era de três meses.

Enfim, esse post é uma singela lembrança dessa catástrofe que completa 100 anos de seu início no dia 28 de julho. Fica aqui uma lembrança: acreditar que o mau deixará de atacar porque as perdas serão grandes é um erro histórico. Estejamos sempre prontos para o combate, para defender nossa liberdade, nossa família, nossa propriedade, e nosso direito a preservar nosso modo de vida e nossa existência.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

VideoCast do Sachsida: Estatuto do Desarmamento: Um Verdadeiro Tiro no Pé

Neste vídeo explico as razões da necessidade de alterarmos o estatuto do desarmamento: bandidos armados e cidadãos de bem desarmados não é o melhor caminho para a segurança pública. Para assistir clique aqui.

Hangout do Sachsida: O que é ser Conservador? Quem são os conservadores?

Neste hangout com Alex Catharino exploro algumas perguntas simples: quem são os conservadores? Quais são suas ideias? Para assistir clique aqui.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

VideoCast do Sachsida: O Banco dos BRICS, pobre contribuinte brasileiro

Neste vídeo explico como uma ideia infeliz sempre pode ser piorada. Agora os BRICS vão fazer um banco para chamar de seu. Contribuinte brasileiro vai financiar obras no resto do mundo. Para assistir clique aqui.

terça-feira, 15 de julho de 2014

BRICS: Quando uma ideia ruim consegue a proeza de ficar pior!


Em algum momento, por algum motivo obscuro, alguém cunhou o termo BRIC para se referir a Brasil, Rússia, Índia e China. Depois de algum tempo alguém resolveu acrescentar um S ao termo para incluir a África do Sul. O que esses países tem em comum? Que laços históricos ou culturais os unem? Enfim, por que será que esses países passaram a acreditar que sua união faz algum sentido? Por acaso os interesses russos são similares aos dos chineses? Acaso o Brasil tem disputas com o Paquistão que nos qualificam a nos unir a Índia? E, afinal, por que a África do Sul está nesse bolo?

Os BRICS não tem muitas coisas em comum, a rigor não faz o menor sentido esperar que as decisões desse grupo de países sejam homogêneas ou representem interesses similares. Mas, o que era algo sem sentido conseguiu a proeza de ficar pior: agora os BRICS vão criar um banco! Pergunto: de onde virá o dinheiro? O que esse banco irá financiar? E, acima de tudo, e mais importante: por que iremos criar esse banco?

No Brasil já temos o BNDES (que já está gigante), precisamos de outro banco? A nível mundial já temos o FMI. Agora o governo surge com essa ideia imbecil de gastar mais dinheiro ainda com um banco que irá nos associar a parceiros que temos pouco em comum.

Faço um pedido a todos os candidatos a Presidência da República: declarem sua contrariedade ao banco dos BRICS. Vamos denunciar esse absurdo, vamos deixar claro que essa iniciativa é exclusiva do PT, e o próximo presidente da República não será favorável a esse projeto. Amigos, o BNDES já esconde seus empréstimos para Cuba e Angola dizendo que os mesmos são secretos. Alguém duvida que o Banco dos BRICS será uma caixa preta maior ainda??? O dinheiro do contribuinte brasileiro será usado em segredo por essa estrovenga para financiar sabe-se lá o que ou onde.

Por fim, um pedido a Jorge Gerdau, Presidente do Conselho de Gestão da Presidência da República, faça uma reflexão: o senhor realmente concorda com isso? Será que realmente vale a pena colocar seu nome num apoio a essa ideia? O senhor já fez parte do Conselho de Administração da Petrobras na época da compra da refinaria de Pasadena. Realmente quer associar seu nome a mais essa iniciativa?

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